O melhor de 2017

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Eu sei que estamos no final de Fevereiro e que este parece um post mais apropriado para um final de ano. Mas é que a Yellow Savages está quase, quase, quase, a comemorar o seu segundo aniversário e esta pareceu-me uma boa altura para passar em revista o que de melhor me aconteceu em 2017. Isto soube tão bem! Que bom foi ter todos estes sorrisos à frente da lente. Que venham muitos mais!

Então vamos lá fazer um balanço

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Confesso que me fazia um bocadinho de confusão esta necessidade que toda a gente tem de se por a fazer balanços nesta altura do ano. Talvez porque durante muito tempo os meus ciclos começassem a sério em setembro, depois dos dias de férias e com os tons de outono à espreita. Mas este ano, sem dar por isso, nas minhas pausas para respirar, dei por mim a olhar para trás e a rever tudo o que este ano me trouxe de novo. E que mudanças! 2016 será sempre o ano em que a Yellow Savages nasceu. O ano em que troquei os receios e inseguranças pela coragem de avançar para um projeto que há muito tempo estava desenhado na minha cabeça. O ano em que tudo começou a fazer sentido. Neste momento sei que ainda não tenho todas as respostas, mas que a minha identidade enquanto fotógrafa se está a construir devagarinho. Sem pressas, nem pressões. E olhando para trás acho que o mais importante, aquilo que tinha definido como principal, foi conseguido. Estou a falar de me sentir confortável a fotografar pessoas, muitas pessoas com energias, histórias e expectativas diferentes. De sentir uma enorme felicidade com a alegria destas pessoas ao receberem o meu trabalho. Da partilha de momentos tão especiais e de saber que ajudei a eternizar memórias. Caramba, tem sido fantástico!

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2016 foi mais um ano de viagens e de descoberta de sítios fantásticos. Andei por este país lindo e que constantemente me surpreende, de norte a sul. Passei uns dias em Berlim que estava na minha lista há muito tempo e fiz uma incrível roadtrip por Itália. Cada vez mais percebo o quanto preciso destas viagens para crescer, para me inspirar, para me sentir viva.

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E agora que estou a rever estas andanças lembrei-me que este ano não mudei de casa! (Já vos disse que mudei de casa muiiiitas vezes?) Parece que para compensar as mudanças na minha vida esta casa manteve-se como o meu porto de abrigo seguro onde me sinto bem com o J. a Alice e o Serafim.

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Olho à minha volta e sinto que 2016 foi um ano difícil para muita gente. Para mim foi generoso e eu estou muito grata por isso. Que venha 2017 e que seja ainda melhor!