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Serra da Freita

Yellow Savages Arouca Serra da Freita

Confesso que só conheço a Serra da Freita por causa dos Passadiços do Paiva (shame on me!), mas desde que passei por lá que dizia que queria voltar, e voltei!! Voltei porque é lindo, a vista é de cortar a respiração, tem vacas felizes soltas a pastar e é tão, tão sossegado.
Parece um daqueles cenários dos filmes históricos. Fiquei à espera de homens vestidos com farrapos e armados com flechas, mas nada.
Fomos ao Miradouro da Frecha da Mizarela que é o ponto mais alto da Serra e depois ao Radar Meteorológico que tem um miradouro 360 onde podemos contemplar os vales e montanhas circundantes. Em dias limpos é possível ver a Serra do Montemuro e Marão a nordeste, Serra do Caramulo, Estrela e Lousã a sul, Ria de Aveiro a oeste. Até o rio Vouga é visível da torre.
Nesta serra o tempo passa muito devagar e por isso resolvemos saboreá-lo. Levámos o farnel e almoçámos mesmo ali.
Quando somos mais novos pensamos sempre em viajar para lugares exóticos e extravagantes. Mas agora que sabemos que os dias de férias não esticam faz cada vez mais sentido viajar pra fora mas cá dentro.

Yellow Savages Arouca Serra da Freita
Yellow Savages Arouca Serra da Freita
Yellow Savages Arouca Serra da Freita
Yellow Savages Arouca Serra da Freita
Yellow Savages Arouca Serra da Freita
Yellow Savages Arouca Serra da Freita
Yellow Savages Arouca Serra da Freita
Yellow Savages Arouca Serra da Freita
Yellow Savages Arouca Serra da Freita
Yellow Savages Arouca Serra da Freita
Yellow Savages Arouca Serra da Freita

Passadiços do Paiva

YellowSavages Arouca Passadiços

Quem me segue no Instagram percebeu que fui passar uns dias a Arouca. Foi uma viagem com amigos que também estavam cheiinhos de vontade fazer os famosos Passadiços do Rio Paiva. Eu e o J já tínhamos pensado ir o ano passado mas com o incidente do incêndio não foi possível.
Disseram-nos que era melhor começar por Areinho do que em Espiunca, que embora mais difícil no início, compensava o esforço porque depois era sempre a descer. Então, depois de um brunch caseiro bem farto, chegámos ao Passadiços por volta do meio dia. Como estava um tempo encoberto não houve problema com o calor. Estacionámos o carro no parque lá em cima de uma montanha e descemos até encontrar o passadiço.
As suspeitas confirmaram-se: o inicio ia ser bem puxado! As escadas serpenteiam montanha acima, até se perderem de vista. Lembra a muralha da China em versão madeira. Mas vale a pena! No topo a vista é avassaladora. Vemos o rio a contornar as montanhas lá em baixo e ouvimos as cascatas lá ao longe cheias da água da chuva.
A descida foi feita calmamente, a apreciar cada ângulo. Fartei-me de fotografar (não me fartei nada, adoro cada vez mais). Estar perto do rio é fantástico, ouvimos os pássaros, o vento e o silêncio. O passadiço interfere o mínimo possível com a paisagem, estamos mesmo rodeados de natureza, e é tão bom!

YellowSavages Arouca Passadiços
YellowSavages Arouca Passadiços
YellowSavages Arouca Passadiços
YellowSavages Arouca Passadiços
YellowSavages Arouca Passadiços
YellowSavages Arouca Passadiços
YellowSavages Arouca Passadiços
YellowSavages Arouca Passadiços
YellowSavages Arouca Passadiços

O percurso tem algumas sombras e muitos locais onde pode fazer um pic-nic. Nós parámos na praia fluvial do Vau, um lugar lindo, cheio de poças de água nas rochas e com muita sombra.
Por isso fica aqui a sugestão: mochila às costas, muito protector solar e calçado confortável. E vocês, já foram?

YellowSavages Arouca Passadiços
YellowSavages Arouca Passadiços
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YellowSavages Arouca Passadiços
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YellowSavages Arouca Passadiços
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Quinta Alves de Matos

YellowSavages_QuintaAlvesMatos-01

O J andava a desafiar-me para uma escapadinha há uns tempos. Apetecia-lhe ir para um sítio onde pudesse desligar de tudo mas que não fosse longe de Lisboa para não precisar de dias extra para recuperar da viagem. Foi por isso que a Quinta Alves de Matos nos pareceu uma boa opção. Fica a pouco mais de uma hora de distância e prometia dar-nos o sossego que queríamos. E acertámos em cheio!
À chegada fomos recebidos pela Inês e pela Joana que com uma simpatia incrível nos fizeram uma visita guiada. Contaram-nos que a Quinta tinha pertencido à família Alves de Matos, mas que o último proprietário não tinha herdeiros e por isso a deixou ao avô delas que lá trabalhava há uns 50 anos. O avô continua por lá a ocupar-se da horta de onde saem umas coisas fantásticas para a mesa do pequeno almoço. E que pequeno almoço! Tudo delicioso, incluindo um inesperado bolo de espinafres feito pela mãe delas.
Os quartos têm nomes de chás (o nosso era flor de tília), os mesmos que podemos encontrar plantados por lá e que deixam um cheirinho bom no ar. Aliás, apesar da casa ser muito, muito acolhedora e com aquele charme único dos edifícios históricos, o que aproveitamos mesmo foi o exterior. É que não dava para resistir à piscina, nem àquela brisazinha vinha do mar, nem ao silêncio cortado apenas pelo som dos pássaros… Ah, como é bom estar no campo… e este recebeu-nos tão bem!

Yellow Savages Quinta Alves de Matos Turismo Rural
Yellow Savages Quinta Alves de Matos Turismo Rural
Yellow Savages Quinta Alves de Matos Turismo Rural
Yellow Savages Quinta Alves de Matos Turismo Rural
Yellow Savages Quinta Alves de Matos Turismo Rural
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Yellow Savages Quinta Alves de Matos Turismo Rural
Yellow Savages Quinta Alves de Matos Turismo Rural
Yellow Savages Quinta Alves de Matos Turismo Rural
Yellow Savages Quinta Alves de Matos Turismo Rural
Yellow Savages Quinta Alves de Matos Turismo Rural
Yellow Savages Quinta Alves de Matos Turismo Rural

Berlim

Já há algum tempo que suspirávamos por voar até Berlim e finalmente a oportunidade surgiu em forma de prenda de anos.

Tentámos não falhar os sítios “obrigatórios” mas sobretudo deixámo-nos seguir à deriva pela cidade. Gostamos de ir entrando em lojas que nos chamam a atenção e que alimentam o nosso gostinho pela descoberta. A Do you read me no bairro Mitte, é um pequeno paraíso para os apaixonados por revistas (como eu!). Na Paper and Tea, uma pequena loja que tem tudo do mundo do chá, trouxemos um chá de gengibre e limão que é simplesmente maravilhoso! E há sempre um espaço inesperado e diferente que nos conquista, como uma loja bem catita só de botões, imensos botões de todas as cores, tamanhos e feitios chamada Knopfpaul.

Não conseguimos ir a nenhuma feira nem mercado, com muita pena nossa. Dizem que se encontram verdadeiros tesouros por poucos euros.

Num dia em que chuviscava fomos ao Botanisches Museum, para nós um ponto de paragem que não se deve falhar. É recorrente quando visitamos uma cidade que tenha algum centro de botânica passarmos lá umas horas. É sempre incrível.

Berlim é a cidade ideal para experimentar iguarias de todo o mundo. Recomendaram-nos o Transit um restaurante de comida vietnamita, onde tudo é delicioso, especialmente a sopa pho pela qual o J ainda suspira! Tenho cá para mim que isso ainda vai ser pretexto para voltarmos em breve!