Browsing Category

In the wild

Passadiços do Paiva

YellowSavages Arouca Passadiços

Quem me segue no Instagram percebeu que fui passar uns dias a Arouca. Foi uma viagem com amigos que também estavam cheiinhos de vontade fazer os famosos Passadiços do Rio Paiva. Eu e o J já tínhamos pensado ir o ano passado mas com o incidente do incêndio não foi possível.
Disseram-nos que era melhor começar por Areinho do que em Espiunca, que embora mais difícil no início, compensava o esforço porque depois era sempre a descer. Então, depois de um brunch caseiro bem farto, chegámos ao Passadiços por volta do meio dia. Como estava um tempo encoberto não houve problema com o calor. Estacionámos o carro no parque lá em cima de uma montanha e descemos até encontrar o passadiço.
As suspeitas confirmaram-se: o inicio ia ser bem puxado! As escadas serpenteiam montanha acima, até se perderem de vista. Lembra a muralha da China em versão madeira. Mas vale a pena! No topo a vista é avassaladora. Vemos o rio a contornar as montanhas lá em baixo e ouvimos as cascatas lá ao longe cheias da água da chuva.
A descida foi feita calmamente, a apreciar cada ângulo. Fartei-me de fotografar (não me fartei nada, adoro cada vez mais). Estar perto do rio é fantástico, ouvimos os pássaros, o vento e o silêncio. O passadiço interfere o mínimo possível com a paisagem, estamos mesmo rodeados de natureza, e é tão bom!

YellowSavages Arouca Passadiços
YellowSavages Arouca Passadiços
YellowSavages Arouca Passadiços
YellowSavages Arouca Passadiços
YellowSavages Arouca Passadiços
YellowSavages Arouca Passadiços
YellowSavages Arouca Passadiços
YellowSavages Arouca Passadiços
YellowSavages Arouca Passadiços

O percurso tem algumas sombras e muitos locais onde pode fazer um pic-nic. Nós parámos na praia fluvial do Vau, um lugar lindo, cheio de poças de água nas rochas e com muita sombra.
Por isso fica aqui a sugestão: mochila às costas, muito protector solar e calçado confortável. E vocês, já foram?

YellowSavages Arouca Passadiços
YellowSavages Arouca Passadiços
YellowSavages Arouca Passadiços
YellowSavages Arouca Passadiços
YellowSavages Arouca Passadiços
YellowSavages Arouca Passadiços
YellowSavages Arouca Passadiços

Quinta Alves de Matos

YellowSavages_QuintaAlvesMatos-01

O J andava a desafiar-me para uma escapadinha há uns tempos. Apetecia-lhe ir para um sítio onde pudesse desligar de tudo mas que não fosse longe de Lisboa para não precisar de dias extra para recuperar da viagem. Foi por isso que a Quinta Alves de Matos nos pareceu uma boa opção. Fica a pouco mais de uma hora de distância e prometia dar-nos o sossego que queríamos. E acertámos em cheio!
À chegada fomos recebidos pela Inês e pela Joana que com uma simpatia incrível nos fizeram uma visita guiada. Contaram-nos que a Quinta tinha pertencido à família Alves de Matos, mas que o último proprietário não tinha herdeiros e por isso a deixou ao avô delas que lá trabalhava há uns 50 anos. O avô continua por lá a ocupar-se da horta de onde saem umas coisas fantásticas para a mesa do pequeno almoço. E que pequeno almoço! Tudo delicioso, incluindo um inesperado bolo de espinafres feito pela mãe delas.
Os quartos têm nomes de chás (o nosso era flor de tília), os mesmos que podemos encontrar plantados por lá e que deixam um cheirinho bom no ar. Aliás, apesar da casa ser muito, muito acolhedora e com aquele charme único dos edifícios históricos, o que aproveitamos mesmo foi o exterior. É que não dava para resistir à piscina, nem àquela brisazinha vinha do mar, nem ao silêncio cortado apenas pelo som dos pássaros… Ah, como é bom estar no campo… e este recebeu-nos tão bem!

Yellow Savages Quinta Alves de Matos Turismo Rural
Yellow Savages Quinta Alves de Matos Turismo Rural
Yellow Savages Quinta Alves de Matos Turismo Rural
Yellow Savages Quinta Alves de Matos Turismo Rural
Yellow Savages Quinta Alves de Matos Turismo Rural
Yellow Savages Quinta Alves de Matos Turismo Rural
Yellow Savages Quinta Alves de Matos Turismo Rural
Yellow Savages Quinta Alves de Matos Turismo Rural
Yellow Savages Quinta Alves de Matos Turismo Rural
Yellow Savages Quinta Alves de Matos Turismo Rural
Yellow Savages Quinta Alves de Matos Turismo Rural
Yellow Savages Quinta Alves de Matos Turismo Rural
Yellow Savages Quinta Alves de Matos Turismo Rural
Yellow Savages Quinta Alves de Matos Turismo Rural
Yellow Savages Quinta Alves de Matos Turismo Rural
Yellow Savages Quinta Alves de Matos Turismo Rural
Yellow Savages Quinta Alves de Matos Turismo Rural
Yellow Savages Quinta Alves de Matos Turismo Rural
Yellow Savages Quinta Alves de Matos Turismo Rural
Yellow Savages Quinta Alves de Matos Turismo Rural
Yellow Savages Quinta Alves de Matos Turismo Rural

A Rapariga e o Sonho

YS-spring-01

Era uma rapariga. E sonhava.
Uma rapariguinha muito ligada às flores, às folhas e tão presa à terra, como se dela tivesse nascido, como uma árvore.

Luísa Dacosta, A Rapariga e o Sonho

YS-spring-02YS-spring-03
YS-spring-07
YS-spring-08
YS-spring-05YS-spring-06YS-spring-04YS-spring-09
YS-spring-10

Oceanário

Oceanario-0

Nestes fins de semana em que a chuva não convida a passeios ao ar livre o Oceanário de Lisboa mostra-se uma boa opção para uma tarde bem passada. Ainda não tínhamos lá voltado desde a EXPO’98, (já passaram 18 anos?!!!) por isso estava mais do que na hora de repetir a visita.

Na verdade, parte da motivação partia da exposição “Florestas Submersas by Takashi Amano”.

Oceanario-1
Oceanario-2

Takashi Amano, é um fotógrafo de paisagem, e dizem-nos que viajou pelas florestas do mundo retratando a harmonia da natureza intocada. Tornou-se mestre internacional da aquarofilia de água doce com a criação dos aquários plantados, os “nature aquariums”. Tal como ele, também acredito que devemos prestar muita atenção à natureza que nos rodeia para que possamos compreender melhor o nosso mundo e cuidar melhor dele.

A exposição vale muito a pena! O maior “nature aquarium” do mundo alguma vez criado por Takashi Amano é acompanhado por uma bonita música de Rodrigo Leão. E é com essa a música que as plantas dançam, que os peixe serpenteiam e que nós ficamos encantados. Aqui a vida que corre lentamente.

Oceanario-3Oceanario-4Oceanario-5

Quando subimos a rampa que dá acesso à exposição permanente, começámos a ouvir os sons do mar, o sorriso foi automático! Ao entrar, vemos o aquário principal que nos acompanha ao longo da visita, cheio de peixes de todos os tamanhos, tubarões, mantas, raias e o feio peixe-lua.

Visitámos as quatro partes do Oceanário, do primeiro andar (nível terrestre) ao rés-do-chão (nível subaquático). Dos pinguins às lontras, das medusas ao polvo, dos corais às palmeiras. Saímos de coração cheio e com a certeza que não vamos deixar passar outros tantos 18 anos sem uma nova visita!

Oceanario-7
Oceanario-8
Oceanario-9
Oceanario-10
Oceanario-11