Berlim

Já há algum tempo que suspirávamos por voar até Berlim e finalmente a oportunidade surgiu em forma de prenda de anos.

Tentámos não falhar os sítios “obrigatórios” mas sobretudo deixámo-nos seguir à deriva pela cidade. Gostamos de ir entrando em lojas que nos chamam a atenção e que alimentam o nosso gostinho pela descoberta. A Do you read me no bairro Mitte, é um pequeno paraíso para os apaixonados por revistas (como eu!). Na Paper and Tea, uma pequena loja que tem tudo do mundo do chá, trouxemos um chá de gengibre e limão que é simplesmente maravilhoso! E há sempre um espaço inesperado e diferente que nos conquista, como uma loja bem catita só de botões, imensos botões de todas as cores, tamanhos e feitios chamada Knopfpaul.

Não conseguimos ir a nenhuma feira nem mercado, com muita pena nossa. Dizem que se encontram verdadeiros tesouros por poucos euros.

Num dia em que chuviscava fomos ao Botanisches Museum, para nós um ponto de paragem que não se deve falhar. É recorrente quando visitamos uma cidade que tenha algum centro de botânica passarmos lá umas horas. É sempre incrível.

Berlim é a cidade ideal para experimentar iguarias de todo o mundo. Recomendaram-nos o Transit um restaurante de comida vietnamita, onde tudo é delicioso, especialmente a sopa pho pela qual o J ainda suspira! Tenho cá para mim que isso ainda vai ser pretexto para voltarmos em breve!

 

Família J

Há famílias que parece que existem para nos lembrar o que significa, de facto, uma família. Esta é uma delas.

Tive o privilégio de os fotografar numa tarde em que o sol intenso desafiava o inverno, e fui conquistada. Foi impossível resistir à energia dos gémeos F. e M. e da a pequena C. que se entregaram com uma alegria que não nos deixa indiferentes. O F. fez-me lembrar que a infância se faz de bichos carpinteiros nos pés que nos mandam saltitar e trepar tudo. A M. espalhou a sua meiguice, tal como a C.  que em tudo é sorrisos e beijinhos, muitos beijinhos. Aliás, nesta família beijinhos não faltam, nem abraços, nem mãos dadas. E por tudo isso sente-se a força deles. A força que as verdadeiras famílias têm. Muito obrigada por me terem dado este bocadinho vosso.







Monsanto

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Há uma mancha verde de Monsanto que espreita na minha janela e que chama por mim. Às vezes respondo-lhe e vou até lá. Nunca me desilude: encontro sempre mil detalhes que tenho vontade de fotografar.

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