Tal pai, tal filho

Yellow Savages Sessão de Família Pai e FilhoYellow Savages Sessão de Família Pai e FilhoYellow Savages Sessão de Família Pai e Filho1Yellow Savages Sessão de Família Pai e Filho

Os dias de chuva pregaram-nos algumas partidas e esta sessão, depois de ser remarcada algumas vezes, acabou por acontecer no dia do pai. E ainda bem! Porque se tornou uma oportunidade para registar a cumplicidade entre pai e filho e celebrar um dia especial para ambos. Afinal, um pai é o primeiro grande herói de um filho!

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Arco da Rua Augusta

Yellow Savages Lisboa Arco Rua Augusta

Se gostam tanto de Lisboa como eu não deixem de subir ao Arco da Rua Augusta. É um dos melhores sítios para apreciar o pôr-do-sol e ver a baixa de uma perspectiva completamente diferente. Lá de cima o Tejo parece imenso e é impossível ficar indiferente a esta luz que banha a cidade. Devia ser obrigatório irmos todos lá (pelo menos) uma vez por mês para nos inebriarmos desta nossa Lisboa, menina e moça!

Yellow Savages Lisboa Arco Rua Augusta
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Cidade Gráfica

Yellow Savages Exposição Cidade GráficaYellow Savages Exposição Cidade Gráfica

Já andava para publicar este post há algum tempo, logo depois de ter visitado a exposição do Mude, Cidade Gráfica – letreiros e reclames de Lisboa no século XX. Mas, mil coisas se meteram pelo meio e não fui a tempo de vos mostrar estas fotografias antes do fecho da exposição que aconteceu este fim de semana. Por isso, muitas desculpas se não foram até lá e agora ficam cheios de pena. É que têm mesmo razões para isso! A exposição apresentava letreiros e néons comerciais que foram sendo abandonados à medida que as lojas fechavam ou se renovavam. Para além de serem objectos de design que testemunham a evolução do grafismo ao longo do século passado, estes letreiros remetem-nos também para uma cidade que vai desaparecendo e que deixa sempre um pouco de nostalgia. É impossível sair de lá e não ficar a pensar na cidade que tivemos, na que temos e na que poderíamos ter tido. Mas enfim, saudosismos à parte, para alguém como eu, apaixonada por design e por Lisboa, esta exposição valeu mesmo a pena. Agora é esperar pela próxima exposição do Mude que inaugura já dia 30 e que partilharei aqui antes que feche. Prometo!

Yellow Savages Exposição Cidade GráficaYellow Savages Exposição Cidade GráficaYellow Savages Exposição Cidade GráficaYellow Savages Exposição Cidade GráficaYellow Savages Exposição Cidade GráficaYellow Savages Exposição Cidade GráficaYellow Savages Exposição Cidade GráficaYellow Savages Exposição Cidade GráficaYellow Savages Exposição Cidade GráficaYellow Savages Exposição Cidade Gráfica

Oceanário

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Nestes fins de semana em que a chuva não convida a passeios ao ar livre o Oceanário de Lisboa mostra-se uma boa opção para uma tarde bem passada. Ainda não tínhamos lá voltado desde a EXPO’98, (já passaram 18 anos?!!!) por isso estava mais do que na hora de repetir a visita.

Na verdade, parte da motivação partia da exposição “Florestas Submersas by Takashi Amano”.

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Takashi Amano, é um fotógrafo de paisagem, e dizem-nos que viajou pelas florestas do mundo retratando a harmonia da natureza intocada. Tornou-se mestre internacional da aquarofilia de água doce com a criação dos aquários plantados, os “nature aquariums”. Tal como ele, também acredito que devemos prestar muita atenção à natureza que nos rodeia para que possamos compreender melhor o nosso mundo e cuidar melhor dele.

A exposição vale muito a pena! O maior “nature aquarium” do mundo alguma vez criado por Takashi Amano é acompanhado por uma bonita música de Rodrigo Leão. E é com essa a música que as plantas dançam, que os peixe serpenteiam e que nós ficamos encantados. Aqui a vida que corre lentamente.

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Quando subimos a rampa que dá acesso à exposição permanente, começámos a ouvir os sons do mar, o sorriso foi automático! Ao entrar, vemos o aquário principal que nos acompanha ao longo da visita, cheio de peixes de todos os tamanhos, tubarões, mantas, raias e o feio peixe-lua.

Visitámos as quatro partes do Oceanário, do primeiro andar (nível terrestre) ao rés-do-chão (nível subaquático). Dos pinguins às lontras, das medusas ao polvo, dos corais às palmeiras. Saímos de coração cheio e com a certeza que não vamos deixar passar outros tantos 18 anos sem uma nova visita!

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