A mãe que quero ser

YellowSavages

Às vezes ponho-me a pensar que tipo de mãe serei. É difícil imaginar-me nesse papel. Sei aquilo que não quero ser, mas não sei do que serei capaz. Confuso?
Não me lembro como conheci o blog A mãe é que sabe. Sei que a partir desse dia comecei a segui-lo. Achei muito gira a dinâmica das duas Joanas e a forma desempoeirada como abordam a maternidade. As duas tão diferentes mas tão especiais por serem capazes de nessas diferenças construírem juntas um projecto bonito. Confesso que senti desde logo uma empatia especial pela Joana Gama. Deve ter sido por me fazer rir, por saber brincar com ela própria (poxa, isso é tão inteligente!), por assumir os disparates e avançar com uma força incrível.
Perguntei-lhe se a podia fotografar e ela aceitou. Aqui estão algumas fotos desse encontro e que a Joana já partilhou aqui e aqui com uma generosidade de palavras que me comoveu. Fotografar pessoas têm-me trazido presentes fantásticos e este foi um deles.
Agora sempre que me imagino como mãe vem-me sempre a imagem da Joana Gama. Não quero ser igual a ela, porque deixaria ser única e isso seria uma pena. Quero sim, como ela, ser uma mãe que faz caretas, que abraça, que cuida, e que ri. Para mim todas as mães deviam rir muito. Como a Joana.

Yellow Savages Joana Gama A mãe é que sabe
Yellow Savages Joana Gama A mãe é que sabe
Yellow Savages Joana Gama A mãe é que sabe
Yellow Savages Joana Gama A mãe é que sabe
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Yellow Savages Joana Gama A mãe é que sabe
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